Medida externa
Considera a funcionalidade solicitada e recebida pelos usuários, independentemente da solução técnica usada.
Respostas para dúvidas comuns sobre Pontos de Função, medição funcional de software, IFPUG, contagem, produtividade, esforço, contratos e estimativas.
A Análise por Pontos de Função mede o tamanho funcional do software do ponto de vista do usuário. Por isso, é útil para estimativas, controle, contratação, acompanhamento e formação de indicadores de produtividade e qualidade em desenvolvimento de software.
Considera a funcionalidade solicitada e recebida pelos usuários, independentemente da solução técnica usada.
Ajuda a comparar produtividade, taxa de entrega, densidade de defeitos e outros indicadores.
Pode apoiar quantificação de serviços, estimativas, acompanhamento e subcontratação de software.
Pontos de Função são uma medida funcional de tamanho de software. A técnica foi introduzida em 1979 por Alan Albrecht, da IBM, e aberta à comunidade em 1984.
Uma medida funcional considera a funcionalidade solicitada e recebida pelos usuários. Nesse sentido, é uma medida externa, pois avalia o que é percebido pelos usuários do produto de software, independentemente da forma de implementação.
FPA significa Function Point Analysis. Em português, o termo pode ser traduzido como Análise por Pontos de Função ou Análise de Pontos de Função.
A contagem dos Pontos de Função é regulamentada pelo IFPUG, International Function Point Users Group, organização internacional sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos.
O IFPUG publica o Counting Practices Manual, CPM, que estabelece padrões para o cálculo dos Pontos de Função e mantém a certificação profissional na técnica.
O BFPUG, Brazilian Function Point Users Group, é a representação oficial do IFPUG no Brasil.
O CPM é fornecido pelo IFPUG. Filiados ao IFPUG podem fazer download conforme as regras da entidade. Não filiados podem adquiri-lo junto ao IFPUG.
A versão original do manual está em inglês. Há versões em outros idiomas, incluindo português.
A APF é usada na área de desenvolvimento de software como método para medir tamanho funcional. Ela não é, por si só, uma técnica de gerenciamento de projetos.
Mesmo assim, pode ser uma ferramenta útil para gerentes de projetos de software, pois a medição ajuda a dar visibilidade a requisitos, escopo, produtividade, qualidade, custo, esforço e estimativas.
A contagem considera cinco tipos de componentes de software: arquivos internos, arquivos externos, entradas, saídas e consultas. Esses termos têm significado específico na FPA, e sua identificação exige conhecimento especializado.
Os Pontos de Função são usados como fator normalizador do tamanho do software, permitindo métricas como produtividade, taxa de entrega, densidade de defeitos e outras.
Também é comum seu uso em contratos de fornecimento de software, seja por preço por ponto de função, seja por quantificação de serviços mediante medições.
Não. Embora exista relação entre o tamanho funcional de um software e o esforço de desenvolvimento, Pontos de Função não medem diretamente o esforço.
O tamanho em Pontos de Função é apenas um dos fatores que influenciam esforço e custo. Também influenciam plataforma, arquitetura, metodologia, testes, complexidade, reutilização, experiência da equipe, ferramentas e grau de confiabilidade requerido.
A contagem é feita com base na especificação do sistema, complementada por informações dos usuários e analistas.
A contagem pode medir diferentes situações, usando a mesma técnica, mas variando o que é considerado:
No passado, a SPR, Software Productivity Research, disponibilizava uma tabela de linguagens de programação com níveis e intervalos de produtividade estimados. A própria SPR retirou a tabela do ar e depois voltou a oferecê-la como serviço pago.
A linguagem de programação é apenas um dos fatores que afetam a produtividade. Também influenciam a confiabilidade requerida, metodologia, testes, complexidade dos algoritmos, plataforma, interface, reutilização, experiência da equipe, disponibilidade de ferramentas e outros fatores.
A quantidade de linhas de código por Ponto de Função varia bastante, inclusive dentro de uma mesma linguagem. Há tabelas históricas, como SPR e QSM, mas seus valores devem ser tratados apenas como referência.
A recomendação é medir alguns projetos da própria organização para determinar uma razão média SLOC/PF adequada ao contexto real.
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ver curso de APFO treinamento in-company pode ser adaptado ao contexto de estimativas, contratos, métricas e projetos de software da organização.
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